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| Antônio Goya Martins Costa Estudante de Direito |
O habeas corpus será apreciado hoje a tarde pelo desembargador Odone Sanguiné, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
O advogado do motorista foi surpreendido pela ação do jovem universitário. O jovem postou em seu site de relacionamentos Facebook uma mensagem na qual se dizia ‘indignado’ com o juiz de primeiro grau que deferiu a prisão preventiva do atropelador.
Para ele não há fundamentos que justifiquem a prisão do acusado, antes da sentença.
Segundo o estudante, ‘tão chocante quanto a conduta imputado ao bancário são as ações do MP. O pretenso fiscal das leis está mais preocupado em dar uma resposta à mídia do que fazer cumprir a lei e a Constituição, sendo freqüente patrocinador de violações dos direitos individuais’.
Para ele não há fundamentos que justifiquem a prisão do acusado, antes da sentença.
Segundo o estudante, ‘tão chocante quanto a conduta imputado ao bancário são as ações do MP. O pretenso fiscal das leis está mais preocupado em dar uma resposta à mídia do que fazer cumprir a lei e a Constituição, sendo freqüente patrocinador de violações dos direitos individuais’.
Sobre o caso, já havíamos escrito um artigo, cuja leitura recomendamos, sustentando inexistirem razões para a utilização do decreto preventivo, pelo menos considerando aquilo que se conhece do fato a partir da imprensa. (CLIQUE E LEIA O ARTIGO)
Merece aplauso a postura corajosa e garantista do jovem universitário.


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ResponderExcluirLastimo que os comentaristas - anônimos ou não - que se manifestaram a respeito da conduta do universitário, não tenham conseguido manter o diálogo crítico e respeitoso. Exatamente por isso a editora do Blog obrigou-se a excluir todos os comentários, armanzenando-os, contudo, no provedor, por seus conteúdos inclultos e ofensivos.
ResponderExcluirLastimo que nao haja uma forma respeitosa de contato com alguém que por motivos fúteis, acadêmicos, interfere numa decisao que diz respeito ao futuro das pessoas que cruzaram o caminho do senhor Ricardo Neis. A mídia nao teve mais influência no caso do que a evidência nas provas e no comportamento desmedido que Ricardo vem tendo ao longo da vida.
ResponderExcluirAcredito que para um futuro brilhante na área, o universitário deveria escolher um caso (entre os milhares) em que se faça mais óbvia a prisao injusta.
O universitario diz que nao poderia ficar inerte frente a este abuso que o estado cometia.
(palavrao)
se fosse alguém da sua família lá morto por um louco que atropelou, estaria ai toda feliz porque entraram com hábeas cospus pra soltar o assassino???
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