Agosto termina. O compromisso com a proteção das mulheres, não.
O Blog compartilha a produção, no último dia do Agosto Lilás, das integrantes da equipe da Editoria Tribuna de Opinião, que propõem uma reflexão necessária: se há proteção, por que a violência continua?
As medidas protetivas de urgência representam uma conqubista fundamental no enfrentamento à violência doméstica e familiar. Mas os números revelam uma realidade que não pode ser ignorada: a existência de uma ordem judicial, por si só, nem sempre é suficiente para impedir que a violência se repita — e, em situações extremas, resulte em feminicídio.
Nestes slides, Sabrina da Silveira Machado e Vanessa Santos de Souza discutem os limites e os desafios da efetividade das medidas protetivas, destacando a necessidade de fiscalização, integração da rede de atendimento, uso de tecnologias, resposta rápida do Estado e fortalecimento da autonomia das mulheres.
Porque proteção não pode existir apenas no papel. Precisa tornar-se segurança concreta.
As publicações do Projeto Direito Penal em Pauta - da Faculdade de Direito da UFPel - encerra o Agosto Lilás reafirmando: enfrentar a violência contra a mulher é um compromisso permanente — do Estado, das instituições e de toda a sociedade.
Proteção não é favor. É direito.
📞 Central de Atendimento à Mulher: Ligue 180
🚨 Em situação de emergência: 190
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