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quarta-feira, dezembro 23

Em tempos de 'crack'...

Na sala de aula o professor estava analisando com seus alunos o poema de Carlos Drumond de Andrade:

"No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho".

Depois de ter explicado aos alunos que ao analisar um poema se pode detectar as características de personalidade do autor - implícitas no texto - o professor pergunta:

- Joãozinho, qual a característica de Carlos Drumond de Andrade que você percebe neste poema?

Joãozinho responde:

- Uai professor, eu tô matutando aqui: ou ela era traficante ou usurário!


(Humor  - Enviado pela colaboradora e colega Carolina Cunha)

quinta-feira, dezembro 12

Sugestão de um aluno


COMO EU ME SINTO QUANDO...

 O(A)  PROFESSSOR(A) ME OLHA DURANTE A PROVA....




quarta-feira, fevereiro 20

domingo, abril 15

Boa noite


Um dia a decepção nos alcança...
E a casa cai!

quinta-feira, agosto 11

Ótimo final de tarde



O QUE NÃO TE DESTRÓI, TE FORTALECE!


11 de agosto - Dia do Advogado






Depois de felicitar a todos os colegas advogados através do Decálogo do Advogado, de Eduardo Couture,
abro um espaço para o humor, publicando o video que me foi sugerido pelo colega Marcelo Oliveira de Moura.



domingo, fevereiro 20

Descomplicando o vocabulário jurídico


Para desconstrair um pouco nessa tarde domingueira:


Princípio da formalidade dos atos processuais – “aí, vai reto senão zoa o bagulho”.

Princípio da fungibilidade – “só tem tu, vai tu mesmo” (parte da doutrina e da jurisprudência entende como sendo “quem não tem cão caça com gato”).

Princípio da moralidade – “aí, mano, sem patifaria”.

Princípio da economia processual – “tem que ser ligeiro”. (ou “não embaça doido”).

Sucumbência – “a casa caiu !!!”.

 Comoriência –  “dois coelhos com uma paulada só”.

Chamamento ao processo – “o maluco ali também deve”.

Nomeação à autoria – “vou cagoetar todo mundo”.

 Princípio da persuasão racional do juiz – “eu to ligado”.

Inversão do ônus da prova – “é tudo contigo mesmo, mermão…” ou “vai que é tua Taffarel”.

Sucessão – “o que é seu ta guardado”.

Recurso adesivo – “eu vou no vácuo”.

De cujus – “presunto”.

Esbulho – “cheguei chegando e tá tomado”.

Substabelecimento – “Aí, passa o bronca pra outro maluco”.

segunda-feira, janeiro 31

Aluno gaudério na prova de Prática Jurídica

No dia da prova o professor pergunta para o aluno da turma de Prática Jurídica mais apegado à cultura gaúcha :

-  Tu ai, me diz, o que é petição?

O aluno gaudério responde:

- É um cavalo novo, um pouco mais do que recém nascido,  mas bem parrudo! A gente nem chama de petiço...
chama mesmo de petição!


(Comentário meu: Embora com alguma modificação, a 'piada' é baseada em fatos reais!)

sábado, janeiro 8

Rui Barbosa e o gatuno

Dizem que Rui Barbosa, um dos maiores estadistas do Brasil ouviu, de madrugada, um barulho no galinheiro de seu sítio. Já velhinho, pegou sua bengala e se dirigiu ao local com uma lanterna. Lá chegando, flagrou um ladrão já saindo com duas galinhas embaixo dos braços. De imediato, o nobre advogado apontou a bengala para a cara do larápio e disse:

- Ignoto cleptomaníaco, se aqui vens por imperiosa necessidade perdoar-te-ei; mas se o fazes para satisfazer teus espiritos deletérios ou para zombar de minha autoprosopopeia, dar-te-ei  com o meu cajado no alto da tua sinagoga e reduzir-te-ei as massas encefálicas em cinzas cadavéricas neste solo pátrio.

O ladrão, atordoado, pergunta então ao ilustre escritor:

- Uéééé...Eu posso ou não posso levar as galinhas, doutor?

segunda-feira, janeiro 3

Por que o gaúcho usa "tu"?



No curso preparatório de ingresso à magistratura, o professor insiste na necessidade de que os escritos sejam claros, objetivos e não empolados. No final da aula, para descontrair, pergunta aos alunos se eles sabem a diferença entre o ´tu´ e o ´você´.

Há muitas respostas. Nenhuma delas exatamente a desejada pelo professor. Este, então, exemplifica bem a diferença.

*   *   *   *   *

O diretor geral de um banco, está preocupado com um jovem e brilhante diretor, de formação jurídica, que depois de ter trabalhado durante algum tempo junto dele, sem parar nem para almoçar, começa a ausentar-se ao meio-dia, celular desligado, vários dias da semana.

O banqueiro chama um detetive privado do banco e diz-lhe:

- Siga o diretor fulano durante cinco dias úteis... quero ter certeza de que ele não anda fazendo algo sujo.

O detetive, após cumprir o que lhe havia sido pedido, volta e informa:

- O diretor fulano sai normalmente ao meio-dia, pega seu carro, vai à sua casa almoçar, fica fechado mais de uma hora com sua mulher, fuma um dos seus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho.

O banqueiro então se tranquiliza:

- Ah, bom, assim. Não há nada de mal nisso.

Logo em seguida, o detetive, querendo fazer se entender melhor, pergunta:

- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?

- Sim, claro - responde o banqueiro um tanto constrangido.

- Bom então vou repetir - diz o detetive.

Vem, então, a frase reveladora:

-  O diretor fulano sai normalmente ao meio-dia, pega teu carro, vai à tua casa almoçar, fica fechado mais de uma hora com tua mulher, fuma um dos teus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho. É assim!...

*  *  *  *  *

A língua portuguesa é muito traiçoeira, e só o gaúcho a usa corretamente.

Fonte: Site Espaço Vital

sábado, dezembro 25

O milagre do feriado de Natal

Por Rafael Berthold,
advogado (OAB-RS nº 62.120)


Papai Noel, em pessoa, adentra no início de novembro numa Vara da Fazenda Pública de um foro qualquer. Ao ser atendido, ele relata sua situação :

No ano passado recebi uma multa por falta de licenciamento do meu trenó. Daí, meu advogado entrou com ação anulatória e eu quero ver como é que está o processo, pois o Natal está chegando e não pude licenciar o veículo este ano.
 
– Ho, ho, ho! – sorri, sarcástica, a servidora.

O que foi? Ganhei a causa?

 – Claro que não! O réu nem foi citado ainda. Seu processo nem começou!

–  Mas já vai fazer um ano!

Aborrecida com a indignação do velho Noel, ela retruca:

É que esta vara está abarrotada de processos. Para nos ajudar, criaram o ´projeto reforço´ e todos os processos foram redistribuídos pra lá, mas eles não deram conta. Daí, criaram o ´projeto reforço do reforço´, e depois de tanto reforço tiveram que fazer um ´projeto descanso´ e logo depois um novo ´projeto reforço´.

Noel expressa na fisionomia o seu desencanto e desabafa reticente:

- Não estou entendendo nada...

A servidora tenta explicar:

- O seu processo foi remetido de volta pra nós porque o juiz do ´projeto reforço´ sofreu uma lesão por esforço repetitivo.

A mulher dá de ombros e retoma seus afazeres. A Noel resta apenas um último trunfo na manga:

Mas se eu não licenciar o meu trenó, não haverá Natal no Brasil, este ano. Veja, eu sei quem a senhora é. Já lhe trouxe muitos presentes. A senhora era uma criança doce! O que houve, agora, com a senhora?

Lágrimas começam a brotar dos olhos da atendente, que desabafa:

São esses milhares de processos! Eu furo, grampeio, carimbo e isso nunca termina! Isso vai me deixar louca!

E o bom velhinho, justificando sua alcunha, conforta-a:

– E você esquece com quem está falando? O Natal está chegando, ho, ho, ho! Que tal um milagre natalino? Todos os anos, meus duendes fazem brinquedos para todas as crianças do mundo! Pois vou trazer os duendes para este cartório e vamos dar andamento a todos estes processos, ho, ho, ho!

* * * * *

De fato, no dia seguinte os duendes chegam em grande número e com eficiência e cantoria, em pouco mais de um mês dão conta de todos os processos  atrasados.

Algum tempo depois, véspera de Natal, renas a postos, documentos do trenó em dia, o Papai Noel observa que os presentes não tinham sido  embarcados. Preocupado com a ocorrência, inédita em séculos, adentra sua fábrica de brinquedos e encontra-a deserta.

Desesperado, sai voando no trenó à procura dos duendes. Ao vislumbrar um deles despreocupado pelas ruas, o bom velhinho interpela-o:

Hei! Ámanhã é Natal! Por que vocês não estão trabalhando? Vocês não aprenderam nada naquele mutirão forense acerca do milagre de Natal?

E sem demonstrar qualquer surpresa, o duende responde:

Sim! Mas também aprendemos sobre o milagre do feriadão forense de Natal.  A gente se encontra na segunda-feira, dia 28!...

Fonte: Site Espaço Vital

domingo, dezembro 19

Para descontrair...


Aluno de Direito ao fazer prova oral:
- O que é uma fraude?
- É o que o senhor, Professor, está fazendo, responde o aluno.
O professor fica indignado:
- Ora essa, explique-se.
Então diz o aluno:
- Segundo o Código Penal, ‘comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para prejudicá-lo’.